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Cursos

Cursos

Cursos Internacionais, Cursos / Minicursos Pré-Congresso e Atividades Extras

Todos os cursos e minicursos ocorrerão em 22/11/18, sendo os cursos pela manhã/tarde e os minicursos à noite. As atividades extras serão realizadas na noite de 23/11/17. Os cursos terão a duração de quatro horas, os minicursos de duas horas e as atividades extras uma hora. Cada congressista poderá se inscrever em até dois cursos (nacional/internacional), um em cada período (manhã/tarde), um minicurso e uma atividade extra. Todos estes itens são pagos à parte conforme a tabela de preços abaixo. Maiores informações em informações gerais.

Tabela de Preços

Cursos Internacionais Cursos
Melhor visualização na posição horizontal.
Sócio FBTC Não sócio Sócio FBTC Não sócio

Até dia 23/10/2018. Participantes do congresso.

R$ 354,00 R$ 393,00 R$ 193,00 R$ 214,00
Após o dia 23/10/2018 e para pagamentos parcelados efetuados com Cartão de Crédito*. R$ 360,00* R$ 400,00* R$ 198,00* R$ 220,00*
Não participantes do congresso. Só cursos. R$ 405,00 R$ 450,00 R$ 268,00 R$ 298,00
Minicursos Atividades Extras
Melhor visualização na posição horizontal.
Sócio FBTC Não sócio

Até dia 23/10/2018. Participantes do congresso.

R$ 129,00 R$ 143,00 R$ 65,00
Após o dia 23/10/2018 e para pagamentos parcelados efetuados com Cartão de Crédito*. R$ 135,00* R$ 150,00* R$ 70,00
Não participantes do congresso. Só cursos. R$ 179,00 R$ 199,00 R$ 100,00

(*) Inscrições pagas em uma única parcela antecipada gozam de descontos conforme tabela acima. Você poderá parcelar a sua inscrição no Cartão de Crédito (sem juros) até o mês do evento utilizando o valor da tabela "após 23/10/2018" (linha central).

Curso Internacional

Manhã - 08H30 as 12H30

22 de Novembro

CIM1 CIM2
 

CIM1

Terapia de Aceitação e Compromisso com Crianças e Adolescentes com Perturbações Emocionais

Maria do Céu Salvador: A Terapia Cognitivo-Comportamental é a intervenção de primeira linha no tratamento das perturbações emocionais em crianças e adolescentes, e vários estudos comprovam a sua eficácia. No entanto, depois do tratamento, 35-45% de crianças e adolescentes com estas dificuldades continuam a experienciar uma interferência significativa ou apresentam sintomas residuais que predizem a taxa de recaída. Na busca de respostas que aumentem a eficácia dos tratamentos disponíveis, a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) pode ser uma abordagem útil e inovadora. Mais do que ter como alvo o conteúdo e a forma da experiência interna (pensamentos, sentimentos, sensações corporais), a ACT visa alterar a relação com estes fenômenos, com vista a diminuir o seu impacto comportamental. Isto representa uma alternativa contra intuitiva, que inclui a aceitação de pensamentos e sentimentos, o desenvolvimento de uma atitude de curiosidade em relação a eles e a tomada de decisão comportamental baseada em valores. Neste workshop, será apresentado o modelo ACT e o processo terapêutico dele decorrente, abordando estratégias específicas que poderão ser aplicadas a crianças e adolescentes com perturbações emocionais.

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CIM2

Terapia de Aceitação e Compromisso

Steven Hayes, um dos desenvolvedores da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), conduzirá uma introdução de 4 horas ao ACT neste workshop, onde ele descreverá o modelo e fornecerá exemplos de técnicas terapêuticas a serem utilizadas em cada um dos processos da ACT. Ele também se engajará em demonstrações ao vivo com voluntários do público sobre como conduzir as intervenções do ACT.

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Tarde - 13H30 as 17H30

22 de Novembro

CIT1
 

CIT1

Intervenções Cognitivo-Comportamentais em Adolescentes com Problemas de Comportamento

Daniel Rijo: Os problemas de comportamento são comuns na adolescência e são motivo frequente de referenciação para psicoterapia. No entanto, os adolescentes com perturbações do comportamento resistem frequentemente à intervenção e não reconhecem totalmente os seus problemas nem o impacto dos mesmos na sua vida. Neste curso, será dada relevância à integração de estratégias motivacionais na TCC, com o objetivo de diminuir a resistência à mudança em adolescentes agressivos. Será apresentado um modelo de intervenção cognitivo-comportamental abrangente, atendendo aos processos de evitamento e de compensação típicos dos adolescentes com problemas de comportamento. Será também abordado o manejo da relação terapêutica no processo de mudança de adolescentes com perturbações desta natureza.

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Todos os cursos terão intervalo com coffee break.

Curso

Manhã - 08H30 as 12H30

22 de Novembro

CM1 CM2 CM3 CM4 CM5
 

CM1

Luz, Câmera e Ação: Utilização de filmes na prática clínica infantil

Vanina Cartaxo: Filmes/ Animações podem ser utilizados como coadjuvantes na processo terapêutico. O curso tem o objetivo de despertar esse olhar para "Cinematerapia", propondo a associação de filmes e personagens a temáticas específicas e a sua aplicação prática como recurso terapêutico.

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CM2

Criticismo e Vergonha na Infância e Adolescência: Intervenção baseada na Terapia Focada na Compaixão

Luciana Rizo: Criticismo e Vergonha são problemas transdiagnósticos que subjazem diversos transtornos psicológicos. Ao desenvolver intervenção psicoterápica para manejo da Vergonha e Criticismo, o Professor PHD OBE Paul Gilbert construiu a Terapia Focada Na Compaixão, conjugando elementos da Terapia Cognitivo Comportamental, Psicologia Evolucionária, Psicologia Budista e Neurociências. Hoje, a Terapia Focada na Compaixão propõe uma série de intervenções, tanto no desenvolvimento e manutenção do Bem Estar Psicológico, quanto em estratégias de manejo de transtornos mentais. Neste Curso, serão apresentados os pressupostos teóricos e, principalmente, estratégias de intervenção para pais e professores lidarem com vergonha e criticismo. Assim, as figuras importantes dos principais contextos onde estão inseridos crianças e adolescentes, podem colaborar para o desenvolvimento e manutenção do Bem Estar Psicológico dos futuros adultos. Palavras Chave: Vergonha; Criticismo; Terapia Focada na Compaixão; Bem Estar; Crianças; Adolescentes

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CM3

Atitude, modo de tomar, a Assertividade como expansão de si

Fabíola Salustiano: Como ser assertivo numa era tão dicotômica: de um lado o politicamente correto e do outro a uma enorme intolerância à frustração . Nosso curso trará um protocolo completo de assertividade, desenvolvido pela palestrante e com base bibliográfica ampla, abrangendo não somente o modelo cognitivo-comportamental, tão bem alavancado por nossos mestres, como também os contextos antropológicos e sócio-históricos desse público. Nosso método contemplará práticas vivenciais, recortes audio-visuais e material didático, que poderão ser usados tanto nos adolescentes quanto em seus pais. E você ? É 100% Assertivo?

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CM4

Transtornos Alimentares na Infância e Adolescência: A Importância da Regulação Emocional para uma melhor adesão ao processo terapêutico

Aneron Canals e Aline Copstein: Os Transtornos Alimentares (TA) são perturbações graves do comportamento alimentar, acompanhadas por distorção da imagem corporal, com consequências clínicas e emocionais para o portador e seus familiares. É importante que o profissional que irá trabalhar com esta temática, possua capacidade para realizar o diagnóstico dos transtornos alimentares e para o entendimento dos diagnósticos diferenciais. O processo terapêutico requer um enfoque multiprofissional, uma vez que estas alterações no comportamento alimentar interferem em várias áreas do indivíduo, produzindo conflitos que irão comprometer o prognóstico terapêutico. Este curso aborda o processo psicoeducacional sobre as emoções básicas, a validação dos comportamentos saudáveis, a habilidade do Comer Intuitivo e o modelo de tratamento combinado (psicoterapia e acompanhamento nutricional), utilizando as principais ferramentas cognitivo-comportamentais.

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CM5

Transtornos de Aprendizagem: contribuições da TCC para a intervenção

Juliana Mendes Alves: O curso tem como objetivo apresentar o conteúdo referente aos Transtornos Específicos de aprendizagem desde o conceito, formas de avaliar e intervir nas perspectivas das neurociências e abordagens cognitivo-comportamentais. Como resultado final deste curso espera-se promover mudanças nos encaminhamentos e nas intervenções dentro dos contextos educacionais e clínicos, desde a formação de professores e orientações aos familiares de crianças e adolescente com TEAp. Uma das maiores demandas da psicologia clínica com crianças e adolescentes são os assuntos relacionados a escola e o processo de ensino-aprendizagem, neste contexto cabe aos profissionais da psicologia que atuam com a terapia cognitivo-comportamental oferecer subsídios que promovam mais qualidade de vida e sucesso acadêmico. A responsabilidade é de todos os profissionais da psicologia que atuam na infância e adolescência.

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Tarde - 13H30 as 17H30

22 de Novembro

CT1 CT2 CT3 CT4 CT5 CT6
 

CT1

Psicologia Positiva aplicada às crianças - utilizando o Baralho das Forças Pessoais na clínica e na escola

Miriam Rodrigues: O Baralho das forças pessoais é um instrumento desenvolvido para auxiliar o profissional que deseja trabalhar com Psicologia Positiva a esclarecer, ilustrar e psicoeducar as crianças sobre suas forças. Martin Seligman e Christopher Peterson fundadores da Psicologia Positiva, após ampla pesquisa sobre as virtudes universais e as forças em diferentes culturas elaboraram a classificação VIA (acrônimo de Values in action) Valores em ação, com 24 forças pessoais organizadas em seis categorias de virtudes. O reconhecimento das forças pessoais é um dos pilares da ciência da Psicologia Positiva, pois elas são o caminho para se construir as virtudes. E para a Psicologia Positiva a vida feliz é construída por uma vida virtuosa, onde intencionalmente utiliza-se os pontos fortes para se tornar a melhor versão de si e contribuir para a prosperidade do meio onde se vive. Profissionais da saúde e educação, encontram neste rico instrumento, recursos práticos para ensinar crianças e adolescentes a conhecerem mais de perto suas virtudes e forças pessoais, ampliando a consciência sobre suas potencialidades. Desse modo, as crianças poderão vivenciar um senso de autenticidade, de "este sou eu", que é altamente revigorante e construtivo, proporcionando crescimento do self e a ampliação de recursos cognitivos, sociais e emocionais caminhando em direção de uma vida feliz com engajamento e significado. Por meio do baralho das forças pessoais, é possível acessar as crianças desde o consultório privado até as escolas e instituições, uma vez que ele pode ser aplicado de modo individual ou grupal, atuando também como um coadjuvante de várias ferramentas psicoeducacionais, preparando a criança para o bem -estar e para a educação do século 21. Instrumento fundamental para o profissional que pretende trabalhar com Psicologia Positiva.

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CT2

Terapia comportamental Dialética da Bulimia Nervosa e Compulsão Alimentar

Fellipe Augusto de Lima Souza: A terapia comportamental dialética (DBT), é uma psicoterapia de base comportamental, inicialmente desenvolvida para o tratamento de pacientes graves, complexos e cronicamente suicida. Ao decorrer dos anos muitos estudos clínicos randomizados foram realizados para testar a eficacia e adaptação da DBT nos transtornos alimentares, especificamente na Bulimia Nervosa e Compulsão Alimentar. Sendo assim, o objetivo desse curso é ensinar os manejos e procedimentos da DBT na remissão dos sintomas graves de pacientes com transtornos alimentares.

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CT3

BMT (Body in Mind Training) for Kids. Mindfulness para crianças: consciência do corpo e movimento consciente

Raquel Barboza Lhullier: Neste treinamento, você aprenderá a ajudar crianças e adultos a compreenderem os elementos que constituem um modo de vida mais consciente. Adaptado do modelo Body in Mind para adultos pela Dra. Tamara Russell, o BMT para crianças e famílias foi desenvolvido pela Dra. Tamara Russell (Inglaterra) e Psic. Raquel Lhullier (Brasil). Para ajudar a entender o conceito de Mindfulness, o curso é dividido em cinco temas. Exploramos através da ciência do cérebro, movimento e reflexão sobre os temas de Pausa, Intenção, Atenção, Hábitos de Mente e Compaixão. Implementando suportes diários vivendo uma vida consciente e compassiva. É dada forte ênfase à consciência do corpo e ao movimento consciente. Estas são metodologias de treinamento importantes e particularmente importantes para crianças pequenas ou aquelas com mentes ou corpos muito ocupados, pois muitas vezes eles acham difícil começar com práticas estáticas. Este é um treinamento que ajudará as crianças a agirem no mundo com consciência e escolha, o que é tão importante nos nossos tempos modernos. Se estamos verdadeiramente presentes e conectados, podemos fazer boas escolhas para beneficiar nosso planeta e uns aos outros.

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CT4

Programas Eficazes na Prevenção de Drogas na Infância e Adolescência

Maria de Fátima Rato Padin: A eficácia e implementações de Projetos de prevenção ao uso de Drogas tem sido foco de discussão no cenário Mundial de Políticas Públicas. Nessa área tão complexa, eficiência pode estar distante de eficácia. Temos o exemplo do programa de Prevenção às Drogas do Governo Federal dos últimos anos que elevou em 30% o risco o uso de álcool pela primeira vez entre os estudantes, em comparação com alunos não expostos ao projeto. O efeito foi inesperado e diametralmente oposto a um dos objetivos do programa: adiar ou evitar o primeiro uso de substâncias psicoativas. As aulas do #Tamojunto, programa desenvolvido pelo Ministério da Saúde desde 2013, acabaram por despertar a curiosidade pelo álcool entre estudantes de 12 e 13 anos. O governo decidiu suspender o programa. O Institute of Medicine publicou relatório em 1994 "Reducing risks for mental disorders onde o destaque foi "Prevenção baseada nos riscos". E, na Conferência Nacional da Pesquisa de Prevenção ao Uso de Drogas (1996) criou-se MANUAL " Prevenindo contra uso de drogas entre crianças e adolescentes: Guia a partir de pesquisas". Portanto, temos que desenvolver capacidade crítica para elaborarmos projetos eficazes na área da Prevenção, para isso temos que nos subsidiarmos em evidências científicas de impacto e em avaliações constantes dos programas.

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CT5

Um baralho legal. O baralho das emoções como antídoto no jogo marcado da Alienação Parental

Ricardo Krause e Elaine Chagas: Em tempos de recasamento e guarda compartilhada compulsória, ativa-se a face mais cruel dos divórcios e separações: A alienação perental. Espécie de morte programada da contra-parte parental, esse mecanismo, por vezes sutil, coloca a criança e o adolescente em risco para diversas patologias no campo das relações futuras. O baralho das emoções e outros instrumentos de avaliação da terapia cognitiva, abrem um novo caminho de acesso na linha dos depoimentos sem dano.

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CT6

Abuso em crianças e adolescentes: como identificar e tratar

Cristiane Flôres Bortoncello: O tema abuso tem sido cada vez mais estudado no Brasil e no mundo. No Brasil, em crianças e adolescentes, segundo dados do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Sistema Único de Saúde, mais de 120 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes foram registrados no país entre 2012 e 2015 - o equivalente a pelo menos três ataques por hora. Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) verificou que 70% das vítimas de estupro do país são menores de idade - um dado alarmante, principalmente porque nem todas as crianças e adolescentes que sofrem abuso conseguem fazer a denúncia, fazendo pensar que estes números podem ser ainda maiores. Além do estupro, existem também o abuso emocional e o abuso de cuidados (negligência), que muitas vezes deixam de ser abordados pelos profissionais, mas que também são grandes causadores de danos cerebrais, perdurando a vida toda se não forem tratados de forma adequada. Como os casos de violência e abuso sexual contra as crianças e os adolescentes são mais comuns do que se imagina, o objetivo deste estudo é abordar o tema abuso em crianças e adolescentes, verificar diferentes maneiras para identificar possíveis casos e tratar através da Terapia Cognitivo-Comportamental que é a abordagem mais efetiva para ajudar as crianças e os adolescentes no tratamento.

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Todos os cursos terão intervalo com coffee break.

Minicurso

Os Minicursos são como workshops e têm duração de duas horas. Ocorrerão na noite do dia 22 de novembro são pagos à parte. Mais informações em Informações Gerais.
Noite - 19H30 as 21H30

22 de Novembro

MCN1 MCN2 MCN3 MCN4 MCN5 MCN6 MCN7 MCN8
 

MCN1

Educação Socioemocional como Prevenção da Violência

Luciana Nagalli Gropo: As competências socioemocionais são um conjunto de habilidades que levam o indivíduo a reconhecer e controlar suas emoções, promovem resiliência, empatia, e o levam a se relacionar socialmente de forma positiva e tomar decisões de maneira responsável. As mudanças rápidas do mundo atual, o acesso fácil e autônomo a um grande número de informações tem feito as relações sociais/pessoais sofrerem alterações. A falta de empatia e o individualismo tornam as relações interpessoais mais agressivas, aumentando a incidência de comportamentos desrespeitosos e violentos, tal qual o bullying que potencializa a perda da autoconfiança, depressão na idade adulta e ideação suicida. A violência, pode decorrer da cultura de agressividade que permeia cada vez mais as instituições como a família e a escola. A literatura aponta o comprometimento do desenvolvimento socioemocional e de habilidades interpessoais na infância e na adolescência como um dos fatores preditivos para comportamentos agressivos.

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MCN2

Que filhos criamos para o mundo, com tantos pensamentos e comportamentos disfuncionais? O uso da TCC no resgate de valores

Cris Manfro: O curso tem o objetivo refletir sobre o mundo em que vivemos, sobre a inversão de valores e a falta de comportamentos adequados nas relações de pais e filhos. A partir disso, tem se criado inverdades perigosas, deixando as crianças e adolescentes em situação de risco e perigo. Qual o reflexo nos filhos de pais perdidos desestimulados e sem autoridade na educação? Outro objetivo é identificar distorções cognitivas, confusões, omissões, negligências, falta de postura e atitudes dos pais & filhos entronados e com poder demais. Qual impacto deste comportamento nas famílias e na sociedade? O que é importante e quais as prioridades na vida de pais e filhos? A diferença entre o que é necessário e o que são desejos. Será trabalhado a importância da utilização da TCC no trabalho da psicoeducação, do entendimento dos pensamentos disfuncionais e o impacto da desregulação emocional na forma de pais e filhos se relacionarem a fim de resgatar valores positivos, instrumentalizar para comportamentos mais assertivos e como forma de mostrar a importância do trabalho de inteligência emocional nas crianças. O curso será dinâmico, cheio conteúdo, mas recheado de muita emoção com o intuito de promover mais saúde, mais assertividade, mais amor e felicidade.

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MCN3

Sexo: a criança vai perguntar. E agora?

Cida Lopes: Quando o assunto é sexualidade, mais do que nunca, hoje, as crianças têm muitas perguntas e ainda recebem poucas respostas.E fica um buraco entre as relações.De um lado, nós adultos, normalmente, evitamos tocar nesse assunto, não por displicência, mas por não sabermos, como, quando e o que transmitir. Do outro lado, a criança sente-se traída, porque sabe que temos o conhecimento, mas não entende porque negamos a ela tais informações e diante desse silêncio, todo mundo perde! Acredito que quando perguntamos sobre sexualidade, mais do que adquirir informações, desejamos fortalecer o nosso vínculo e sentir que somos amados pelas pessoas que amamos. Nesse curso vamos abordar os temas mais complexos sobre sexualidade, de forma verdadeira, afetiva e adequada e também oferecer fundamentos para que nós profissionais possamos lidar com mais segurança, levando em consideração as dúvidas mais frequentes das crianças.

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MCN4

Como falhar no atendimento de crianças e adolescentes: Erros mais comuns

Fabiana Gauy: O atendimento infanto-juvenil é a maior demanda na saúde mental. Tratar esta população além de exigir conhecimentos e habilidades específicas, deve incluir a tríade criança/adolescente, cuidadores e escola. Para melhor atender esta demanda é importante ter conhecimento sobre desenvolvimento normal x patológico, acesso as inovações clínicas e tratamentos baseados em manuais. Abordaremos neste curso os erros mais comuns associados a barreiras do atendimento clínico, incluído: (a) relação terapêutica, (b) diagnóstico clínico, (c) necessidades não satisfeitas dos clientes/cuidadores/encaminhadores, (d) rigidez na aplicação dos manuais, (e) treinamento e competência do terapeuta, (f) credibilidade do tratamento oferecido, e (g) expectativas e frustrações dos terapeutas.

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MCN5

Treino de Habilidades em DBT para crianças: THID - um novo olhar

Malu Rossi: Esse curso tem como objetivo introduzir o tema DBT para crianças e sua aplicabilidade. O THID - Treino de Habilidades Infantil em DBT ensina às crianças algumas das habilidades da DBT que são úteis para administrar emoções fortes e aprender a direcionar a atenção. A ênfase está na atenção plena, na tolerância básica ao sofrimento e nas habilidades sociais apropriadas à idade (incluindo o controle de provocações e bullying). Usando sistemas simplificados para monitorar a mudança de comportamento, o objetivo é ajudá-las a aprender sobre a regulação emocional e melhorar o controle de sua atenção e comportamento.

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MCN6

Estratégias terapêuticas: o que funciona e o que não funciona com crianças e adolescentes?

Renata Vianna: Neste minicurso os participantes vão aprender a escolher quais estratégias são mais eficazes e quais são menos eficazes para o tratamento das principais queixas que aparecem na clínica com crianças e adolescentes. Serão discutidas as diferentes etapas do processo terapêutico e apresentadas alternativas criativas para trabalhar técnicas cognitivas, comportamentais e de regulação emocional de acordo com cada queixa e com a idade da criança ou adolescente.

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MCN7

Neuropsicologia dos Transtornos Específicos de Aprendizagem

Nicolle Zimmermann: Este minicurso abordará critérios diagnósticos para os Transtornos Específicos de Aprendizagem; relação dos diagnósticos com a inteligência; diagnóstico diferencial dos transtornos de aprendizagem com o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade; planejamento da avaliação neuropsicológica: expectativas e realidade; instrumentos neuropsicológicos disponíveis no Brasil.

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MCN8

A Infância e Adolescência com a vida na Internet: o que temos que nos preparar?

Marcelo da Rocha Carvalho: Estamos atingindo o maior grupo na história de humanidade totalmente inserido no mundo digital. Quais conflitos assolam? São os mesmos, serão novos? Não serve mais os modelos de pais do século XX? O curso busca integrar a discussão da realidade virtual com os períodos de desenvolvimento e o papel dos pais e educadores. Focando em conflitos de sociabilidade, educação, sexualidade, limites, liberdades com a presença da Internet e o viés digital.

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Atividade Extra: Você é o Paciente

A atividade extra "Você é o paciente: Práticas vivenciais" tem duas horas de duração e visa integrar teoria com técnicas aplicadas a um determinado assunto. Ocorrerá na noite do dia 23 de novembro e é paga à parte. Mais informações em Informações Gerais.
Noite - 18H40 as 20H40

23 de Novembro

AEN1 AEN2 AEN3 AEN4 AEN5
 

AEN1

Praticando as Habilidades de DBT com Adolescentes

Jean Rolla: O Treinamento de Habilidades da Terapia Comportamental Dialética é focado em aumentar as habilidades dos adolescentes e familiares através do ensino de estratégias comportamentais mais eficazes proporcionando melhora nos relacionamentos e na qualidade de vida . O objetivo da atividade é vivenciar e praticar as habilidades ensinadas nos Grupos de Habilidades , proporcionando aos profissionais experiência como participantes e treinadores .

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AEN2

Regulação Emocional no Comportamento Transtornado

Aneron Canals e Aline Copstein: Os transtornos alimentares, apesar de não apresentarem uma alta prevalência na população, são caracterizados por uma grave perturbação do comportamento alimentar. É provável que, muitos casos que apresentem alteração no modo de se relacionar com o alimento, não contemplem todos os critérios diagnósticos para serem um transtorno alimentar, mas expressam dificuldades, sofrimento e disfuncionalidades acerca do ato de comer e do significado da comida. A prática da regulação emocional, juntamente com o desenvolvimento do comer intuitivo, são ferramentas que iremos desenvolver como os participantes, com o objetivo de conquistarmos uma relação mais saudável com os alimentos.

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AEN3

Genograma vivencial

Adriana Zanonato e Luiz Carlos Prado: Trabalho com a história pessoal de algum dos participantes do grupo utilizando o instrumento Genograma, buscando esclarecer algum aspecto significativo de sua vida e, na sequência, trabalho com as ressonâncias emocionais dos demais participantes. Grupo de no máximo 30 pessoas.

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AEN4

Mindfulness através de uma visão neurocognitiva: teoria e prática

Tiago Pires Tatton Ramos: Mindfulness através de uma visão neurocognitiva: o objetivo é vivenciarmos em conjunto as possibilidades de integrar mindfulness de uma maneira científica, através de psicoeducação e vivências, à nossa prática clínica e pessoal. O mindfulness neurocognitivo desmistifica o mindfulness para além de uma visão de "meditação", demonstrando que praticar atenção plena é algo simples, vivencial e que pode beneficiar à todos através do conhecimento do nosso próprio cérebro e nossas formas de pensar e comportamentar.

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AEN5

Reforçando os fundamentos: a conceitualização de casos nas TCCs, da prática à teoria.

Paulo Knapp: Nesta Atividade Extra "você é o paciente" serão abordadas técnicas através de vivências em grupo, para que os participantes aprendam como se fossem os próprios pacientes. Antes mesmo da utilização de qualquer técnica do amplo espectro terapêutico das TCCs, é fundamental construir uma acurada conceitualização cognitiva do caso. É o desenho do mapa cognitivo e, a partir desse fundamento, norteia toda nossa ação terapêutica. Frequentemente pouco valorizado, vamos exercitar esse fundamento da prática clínica através de vivências em grupo entre os participantes.

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Atividade Extra: Vídeos Clínicos

A atividade extra "Vídeos Clínicos" é resultado de uma parceria com o ambulatório InTCC que há anos coleta vídeos e os usa em sua prática diária. Todos os vídeos apresentados têm o consentimento dos pacientes e mostram práticas clínicas na íntegra. Cada atividade tem 55 minutos de duração, sempre abordando um tema diferente. Ocorrerá na noite do dia 22 de novembro, das 18 às 19 horas, é paga à parte e restrita a profissionais mediante apresentação de carteira CRP e/ou CRM. Mais informações em Informações Gerais.
Noite - 18H00 as 19H00

22 de Novembro

AEN1 AEN2 AEN3
 

AEN1

Psicoeducação no Comportamento Alimentar Transtornado

Aneron Canals e Aline Copstein: Um padrão alimentar disfuncional, isoladamente, não é suficiente para concluirmos o diagnóstico de um distúrbio alimentar. Não há um protocolo determinado para o cuidado da população que se enquadra neste perfil, fato que reforça a importância de um treinamento para escuta e manejo terapêuticos. A subjetividade dos relatos sobre um determinado hábito alimentar, visto como problema, requer profissionais comprometidos com a percepção das disfuncionalidades comportamentais e conceituais neste processo. A psicoeducação é uma excelente ferramenta para iniciar a mudança de comportamento, garantindo também uma melhor adesão `as etapas seguintes que incluem instrumentos de regulação emocional e o uso de técnicas cognitivas e comportamentais. Nesta sessão videogravada demonstraremos a prática dos recursos citados em um caso de comportamento alimentar transtornado.

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AEN2

O desafio do trabalho com a criança e sua família

Adriana Zanonato e Luiz Carlos Prado: Nessa atividade mostraremos um vídeo ilustrando nosso modelo de trabalho com a criança e sua família, utilizando sessões individuais e conjuntas.

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AEN3

Tratamento do espectro do transtorno Bipolar na Infância

Rodrigo Giacobo Serra: A apresentação do vídeo visa conhecer as características do espectro da bipolaridade na infância e o seu tratamento a partir de uma sessão de avaliação inicial de um menino de 7 anos. Além disso, esta atividade ressaltará a importância da psicopatologia como um fator relevante para o processo de diagnóstico e estabelecimento do tratamento adequado para crianças com dificuldades graves de regulação do humor.

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