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Cursos

Cursos

Cursos Internacionais, Cursos / Minicursos Pré-Congresso e Atividades Extras

Todos os cursos e minicursos ocorrerão em 09/11/17, sendo os cursos pela manhã/tarde e os minicursos à noite. As atividades extras serão realizadas na noite de 10/11/17. Os cursos terão a duração de quatro horas, os minicursos de duas horas e as atividades extras uma hora. Cada congressista poderá se inscrever em até dois cursos (nacional/internacional), um em cada período (manhã/tarde), um minicurso e uma atividade extra. Todos estes itens são pagos à parte conforme a tabela de preços abaixo. Maiores informações em informações gerais.

Tabela de Preços

Cursos Internacionais Cursos
Melhor visualização na posição horizontal.
Sócio FBTC / ATC RJ Não sócio Sócio FBTC / ATC RJ Não sócio

Até dia 10/10/2017. Participantes do congresso.

R$ 354,00 R$ 393,00 R$ 193,00 R$ 214,00
Após o dia 10/10/2017 e para pagamentos parcelados efetuados com Cartão de Crédito*. R$ 360,00* R$ 400,00* R$ 198,00* R$ 220,00*
Não participantes do congresso. Só cursos. R$ 405,00 R$ 450,00 R$ 268,00 R$ 298,00
Minicursos Atividades Extras
Melhor visualização na posição horizontal.
Sócio FBTC / ATC RJ Não sócio

Até dia 10/10/2017. Participantes do congresso.

R$ 129,00 R$ 143,00 R$ 65,00
Após o dia 10/10/2017 e para pagamentos parcelados efetuados com Cartão de Crédito*. R$ 135,00* R$ 150,00* R$ 70,00
Não participantes do congresso. Só cursos. R$ 179,00 R$ 199,00 R$ 100,00

(*) Inscrições pagas em uma única parcela antecipada gozam de descontos conforme tabela acima. Você poderá parcelar a sua inscrição no Cartão de Crédito (sem juros) até o mês do evento utilizando o valor da tabela "após 10/10/2017" (linha central).

Cursos Internacionais

Manhã
08H30 as 12H30
CIM1 CIM2
 

CIM1

Ensinando a regular as emoções na infância: estratégias TREC para a prevenção e regulação emocional nas escolas.

María Celeste Airaldi

A Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC), criada por Albert Ellis, é a primeira das TCCs. Nos seus mais de 60 anos de desenvolvimento, diversas pesquisas demonstraram a sua eficácia na abordagem clínica de crianças e adolescentes. Porém, o mundo moderno exige uma maior atuação na área preventiva, especialmente na infância. Neste caso, a TREC, com sua abordagem psicoeducativa focada na mudança cognitiva, emocional e comportamental, pode ser uma ferramenta fundamental, especialmente nas escolas. Permite preparar as crianças para enfrentar as adversidades da vida cotidiana, ensinando conceitos de saúde mental, regulação emocional, habilidades sociais assertivas, aceitação e tolerância a frustração, com comprovada eficácia na prevenção transtornos mentais no futuro. Durante este curso, os participantes conhecerão a integração da TREC ao curriculum escolar, para atuar como uma estratégia de prevenção primária em saúde mental. Serão apresentados demonstrações e exemplos de estratégias que podem ser utilizadas nas escolas, com crianças de várias problemáticas e contextos.

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CIM2

Estratégias para promover a saúde mental infantil em casa e na escola.

Maria Clara Cuevas Jaramillo

O quadro global da saúde mental no mundo é assustador, em termos de prevalência de problemas clínicos, os custos envolvidos para o indivíduo e a sociedade, e a diferença entre necessidades e recursos. Portanto, entre os desafios da saúde mental em todo o mundo, são estabelecidos entre as ações prioritárias, a identificação de proteção e riscos, bem como a melhoria das estratégias de promoção e prevenção, com especial ênfase nos cuidados a crianças e adolescentes (OMS, 2004, 2009, 2010). Pesquisas recentes mostram de maneira contundente que a saúde mental das crianças é determinada pelo tipo de relações que os cuidadores primários, pais e professores estabelecem com elas, especialmente durante a primeira infância. Portanto, parte das ações de promoção e prevenção visam reforçar aos cuidadores, as estratégias que melhoram positivamente as suas habilidades para cuidar deles com a devida atenção para promover e apoiar o desenvolvimento saudável físico, cognitivo e sócio-emocional das crianças, semeando as bases para o seu bem-estar. Em contextos de vulnerabilidade ou condições desfavoráveis para o desenvolvimento ideal, as intervenções com cuidadores devem apontar para a obtenção e/ou fortalecimento de habilidades que moderem a exposição a riscos, reduzam seu efeito, detectem logo cedo os desvios do desenvolvimento para procurar ajuda pertinentes e necessárias. Assim, os cuidadores incrementam em suas crianças os seus recursos de adaptação ao ambiente e promovem a sua resiliência. Qualquer intervenção que incida sobre os cuidadores, fortalecendo competências que afetam de maneira direta ou indireta a saúde mental das crianças, constitui uma contribuição para o presente e futuro do capital social. Objetivo geral: Estabelecer e/ou fortalecer nos pais e professores - cuidadores - de crianças em primeira infância, habilidades para prestar cuidados de qualidade, promovendo o seu desenvolvimento global saudável. Objetivos específicos: • Informar os cuidadores sobre as necessidades das crianças desde seus marcos de desenvolvimento e seu comportamento típico. • Fortalecer nos cuidadores o conhecimento e a discriminação de condições perigosas que podem afetar negativamente o desenvolvimento da criança. • Fortalecer nos cuidadores as práticas de cuidado que permitam o desenvolvimento de vínculo afetivo com as crianças. • Reforçar as competências para facilitar o estabelecimento de limites, regras e consequências. • Incentivar nos cuidadores a obtenção e reforço das competências para a criação de ambientes de cuidado efetivo e aprendizagem das crianças. Metodologia Será usada a metodologia de "workshop interativo", em que o trabalho individual, coletivo e prático se constituem no elemento essencial da apropriação do conhecimento e seu uso na geração de estratégias para promover a saúde mental das crianças. Serão utilizados, entre outros, simulações, dramatizações, vídeos, através dos quais melhor se ilustre as habilidades promovidas.

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Tarde
13H30 as 17H30
CIT1 CIT2
 

CIT1

Tratamento Intensivo de Fobias Específicas em Jovens: Princípios e Procedimentos.

Thomas H. Ollendick

Este curso irá examinar o tratamento intensivo (OST - One Session Treatment) de fobias específicas na juventude. Após a revisão do diagnóstico e etiologia da fobia específica, o curso apresentará os princípios de avaliação e tratamento e ilustrará a abordagem do Tratamento de Uma Sessão com diferentes subtipos de fobia específica (por exemplo, animal, situacional, ambiental). Uma Variante da Terapia Cognitiva Comportamental (TCC), OST consiste em uma única sessão de 3 horas de exposição hierárquica graduada em combinação com elementos de psicoeducação, modelagem participante, treinamento de habilidades, prática reforçada e desafios cognitivos. Como outras abordagens da TCC, o tratamento é composto por uma série de "experiências" comportamentais durante as quais a criança é encorajada a se aproximar do estímulo temido enquanto pensa em si mesma como um "cientista" ou "detetive" testando crenças e cognições distorcidas fóbicas. Durante o tratamento, o terapeuta age como um modelo demonstrando como lidar com a situação temerosa, encorajando a criança a participar nos exercícios de exposição, e proporcionando reforço após o comportamento de abordagem bem-sucedida. Fitas de vídeo serão utilizadas para fins ilustrativos e tempo será atribuído para a apresentação e discussão dos casos dos participantes.

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CIT2

A Participação Social na Prevenção de Problemas de Comportamento com Crianças e Adolescentes.

Margarida Gaspar de Matos

Inicialmente considerava-se que a aprendizagem de um número "finito" de comportamentos simples e descontextualizados garantiria "competência social". Posteriormente foi considerado que a competência social é na realidade um construto multifacetado e complexo que incluí para além de conjuntos desses comportamentos simples, uma adequada percepção das situações sociais, um processamento adequado da informação, uma capacidade de seleção da melhor resposta e sua concretização. Inclui ainda fatores relacionados com as expectativas e com a motivação e posteriormente foi sublinhado o caráter situacional, desenvolvimental e cultural do que se considera um comportamento relacional "competente".

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Todos os cursos terão intervalo com coffee break.

Cursos Pré-Congresso

Manhã
08H30 as 12H30
CM1 CM2 CM3 CM4 CM5 CM6
 

CM1

Educação Psicossexual em grupo de adolescentes.

Daniele Cavaliere e Fabíola Salustiano

Estamos vivendo novos dias, a tecnologia corre em ritmo frenético, nossos jovens têm acesso a uma gama de informações que antes eram partilhadas de forma tênue e secreta, isso promove mudanças em todos os comportamentos sociais desses indivíduos, e o sexual é um deles; existe uma grande resistência (relatada tanto por parte dos pais quanto dos adolescentes) em ouvir ou falar sobre sexualidade, e esse é um dos fatores que acreditamos, tornou mais promissor o desenvolvimento dos grupos já que eles estão entre os seus semelhantes, assim conseguimos abordar temas como identidade de gênero, masturbação, fantasias, puberdade e etc de forma acessível a linguagem deles. Neste curso partilharemos nossa prática clínica na Educação Psicossexual de adolescentes em formato de grupos. Serão apresentados os métodos, materiais e técnicas utilizadas em um modelo de 4 encontros.

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CM2

Entrevista Motivacional para adolescentes dependentes de maconha.

Renata Brasil Araujo

O atendimento de adolescentes dependentes de maconha é um grande desafio na área clínica, pois esta clientela minimiza as consequências do uso desta substância e recebe um forte apoio de sua rede de iguais para a manutenção deste seu comportamento problema. O objetivo deste curso é apresentar a utilização da Entrevista Motivacional no trabalho do terapeuta que atende adolescentes dependentes de maconha, treinando, inclusive, intervenções a serem utilizadas.

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CM3

Desenvolvendo habilidades sociais na infância e adolescência: estratégias da TCC para as intervenções em Autismo, Ansiedade e TDAH.

Patricia Barros

Desenvolvemos as habilidades para a interação social ao longo de toda a vida. Entretanto, desde muito cedo, já apresentamos sinais de que viemos preparados para aprendermos sobre o mundo social. A infância e a adolescência, em especial, são marcos nesse processo. Em alguns casos, tal desenvolvimento é atípico e são necessárias estratégias específicas que favoreçam o aprendizado das mesmas. Quando falamos de desordens como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtornos de Ansiedade e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), esse aprimoramento é fundamental. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) apresenta contribuições significativas tanto para o tratamento desses espectros diagnósticos quanto para o Treinamento de Habilidades Sociais. Assim, o objetivo deste curso é apresentar um breve panorama das semelhanças e diferenças desses três quadros em relação aos impasses em habilidades sociais. Adicionalmente, unindo teoria e prática, serão discutidas estratégias de intervenção que podem ser associadas ao plano de tratamento individual, além daquelas específicas para grupos. Alguns protocolos de pesquisas em habilidades sociais serão também apresentados, bem como um caso clínico para discussões entre os participantes.

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CM4

Avaliação Neuropsicológica na Clínica.

Luciana Tisser

O curso terá como objetivo introduzir o tema avaliação neuropsicológica infantil, suas peculiaridades e apresentar as principais técnicas e testagens neuropsicológicas para avaliação de transtornos específicos da infância e adolescência. Serão abordadas as etapas da avaliação e a elaboração do raciocínio clínico neuropsicológico para cada psicopatologia.

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CM5

Ansiedade na infância: aprenda o passo a passo para um tratamento efetivo utilizando a TRI.

Bernard Rangé e Renata Vianna

Os transtornos de ansiedade estão entre os mais prevalentes dentre os transtornos mentais que acometem a infância e a adolescência. Entender como este quadro surge na infância e aprender formas eficazes de avalia-los e tratá-los é fundamental para o terapeuta infanto-juvenil. A terapia cognitivo-comportamental se destaca por oferecer um trabalho embasado cientificamente. Atualmente, contamos com diferentes referenciais teóricos sobre como os sintomas de ansiedade surgem e uma gama enorme de estratégias terapêuticas. Mas como saber qual se aplica melhor a cada caso? O objetivo deste curso é ensinar o aluno a fazer um planejamento efetivo de manejo dos sintomas de ansiedade. Vamos começar fazendo um passeio pelos diferentes modelos cognitivos da ansiedade, sendo conduzidos pelo professor Bernard Rangé. Em seguida, vamos conversar sobre avaliação e tratamento dos transtornos de ansiedade na infância e adolescência. O aluno vai aprender o passo a passo para fazer um plano de tratamento eficaz utilizando os três baralhos da TRI e outras ferramentas complementares. O curso conta com uma parte teórica e outra prática-vivencial e com exposição de casos clínicos.

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CM6

Programa Transteórico de Resiliência para Pais: Desenvolvendo flexibilidade cognitiva e fortalecimento emocional em crianças.

Priscila Tenenbaum Tyszler

É preciso coragem e equilíbrio emocional para ultrapassar os desafios impostos pelo desenvolvimento tais como independência, despedir-se dos pais e ficar sozinho na escola e em festinhas, dormir na casa de amigos, realizar testes na escola, apresentar-se no palco no final de ano e ... fazer amigos. Isso sem falar de separação dos pais, doenças graves na família ou morte de um ente querido. Estudos têm demonstrado que as crianças que são resilientes (capazes de sobressair apesar da adversidade) têm mais probabilidade de obter êxito na escola, desenvolvem relações mais saudáveis e são menos propensos a desenvolver problemas de saúde mental. Estratégias de promoção de resiliência diferem-se de acordo com a faixa do desenvolvimento, mas 7 comportamentos são de suma importância nesse processo: conexão, confiança, competência, caráter, contribuição, cooping e controle. O Programa transteorico de Resiliência para pais, parte do modelo MATRIX, da ACT, afim de alinhar comportamento comprometidos dos pais aos seus valores para a educação de seus filhos, o conhecimento dos estilos parentais e das necessidades emocionais básicas da infância para a prevenção de esquemas iniciais desadaptativos e o trabalho com os 7Cs para o desenvolvimento de Resiliência em crianças e adolescentes. O programa poderá ser aplicado no modelo preventivo ou de intervenção e visa o fortalecimento emocional e flexibilidade psicológica dos filhos.

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Tarde
13H30 as 17H30
CT1 CT2 CT3 CT4 CT5
 

CT1

Tratando a dependência química na adolescência: o uso da hipnose clínica em parceria com a psicoterapia.

Benomy Silberfarb

O objetivo do é curso apresentar a estrutura de intervenção terapêutica da Hipnose clínica em psicoterapia no tratamento de jovens dependentes químicos, com os inventários, questionários, diagrama, técnicas de testagem e indução hipnótica. Como as técnicas de Hipnoterapia clinica podem potencializar as intervenções psicoterapêuticas. Manejo de imagens mentais. Técnica de aversão. Demonstração prática.

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CT2

Transtorno Explosivo Intermitente na Adolescência: diagnóstico e tratamento.

Vânia Calazans

O atendimento de adolescentes que apresentam comportamento impulsivo agressivo é um grande desafio na área clínica. O objetivo deste curso é trazer esclarecimentos a respeito do Transtorno Explosivo Intermitente e aprofundar a reflexão sobre a importância do ambiente familiar que funciona como modelo do comportamento explosivo e a necessidade da participação da família no decorrer do tratamento do paciente. Após a revisão de literatura e diagnóstico diferencial o curso apresentará o modelo de avaliação e tratamento (com as técnicas utilizadas) realizado na abordagem Cognitivo Comportamental associada a Hipnoterapia Cognitiva. Exemplos clínicos ilustrarão o conteúdo teórico e haverá espaço para que os participantes apresentem suas dúvidas e casos clínicos.

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CT3

Terapia Cognitivo-Comportamental para Problemas de Sono na Infância.

Renatha El Rafihi-Ferreira

A qualidade do sono é essencial para o bem-estar da criança e de sua família. O objetivo do curso é apresentar um panorama do sono na infância e adolescência, abordando as características do sono durante o desenvolvimento, as queixas de sono mais frequentes, a etiologia, as consequências e as medidas de avaliação e intervenção. A ênfase do curso é no tratamento não farmacológico dos problemas de sono na infância, tais como orientação parental e a aplicação de estratégias cognitivo-comportamentais.

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CT4

Aplicação da Terapia do Esquema no Treino de Pais nos Transtornos Disruptivos.

Ricardo Wainer

O presente curso apresenta os fundamentos teóricos da dinâmica da personalidade e das interações afetivas oriundos da Terapia do Esquema (Young et al., 2008; 2012), bem como seus principais recursos técnicos aplicados ao Treino de Pais em casos de comportamentos disruptivos dos filhos. Formas de conceitualização da dinâmica familiar com a apresentação dos "ciclos de ativação esquemáticas" entre pais e filhos e como utilizá-las em psicoeducação serão exibidas.

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CT5

Construindo Famílias Emocionalmente Saudáveis: Intervenções Terapêuticas focadas em Esquemas.

Adriana Lenzi Maia

A Terapia do Esquema enfatiza o entendimento da relação entre vivências nocivas da infância, o desenvolvimento de esquemas iniciais desadaptativos e os sintomas emocionais apresentados ao longo da vida. Nas diferentes etapas do desenvolvimento infantil e adolescente são verificadas necessidades emocionais básicas, cujo não atendimento concorre para ambientes familiares e interações específicas que contribuem para a formação destes esquemas mentais. Os esquemas são padrões cognitivos ordenadores da experiência, tidos como verdades absolutas, que auxiliam a mediação da percepção, dos sentimentos e das respostas comportamentais individuais. Na Terapia do Esquema, um dos focos mais importantes no trabalho com crianças é o auxílio aos pais e cuidadores, com o objetivo de desenvolver atitudes reparadoras e esquemas mais adaptativos. Neste sentido abordaremos o aspecto da transgeracionalidade na perpetuação dos esquemas, o trabalho com a ativação esquemática parental, o aprendizado das habilidades para prevenir o desenvolvimento dos esquemas inicias desadaptativos, assim como a construção de relações familiares mais satisfatórias.

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Todos os cursos terão intervalo com coffee break.

Minicursos Pré-Congresso

Os Minicursos são como workshops e têm duração de duas horas. Ocorrerão na noite do dia 09 de novembro são pagos à parte. Mais informações em Informações Gerais.
Noite
18H30 as 20H30
MCN1 MCN2 MCN3 MCN4 MCN5 MCN6 MCN7 MCN8
 

MCN1

Psicologia Positiva: utilizando recursos práticos para trabalhar com as crianças a construção da felicidade.

Miriam Rodrigues

Neste curso os participantes aprenderão conceitos fundamentais da psicologia positiva e o como ela pode ser aplicada de modo lúdico e prazeroso no consultório ou em atendimentos em grupo.

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MCN2

A Estruturação da Personalidade e os Fatores de Vulnerabilidade Psicológica.

Eliane Mary de Oliveira Falcone

A personalidade é compreendida como um conjunto de características ou qualidades específicas de uma pessoa que são relativamente estáveis ao longo do tempo e que determinam os pensamentos, sentimentos e ações em diferentes contextos. Contribuições das perspectivas evolutivas, da genética do comportamento, da psicologia do desenvolvimento e das neurociências, reforçadas por um corpo robusto de pesquisas permitem reconhecer atualmente a influência dos fatores genéticos e ambientais, bem como a articulação entre esses fatores na estruturação da personalidade. Os componentes genéticos são fundamentais na formação da personalidade, sendo que o ambiente pode manter, reduzir ou intensificar o temperamento. Assim, o desenvolvimento da personalidade patológica costuma estar ligado a tendências herdadas e a eventos traumáticos tais como violência ou abuso. Porém, padrões frequentes de reações negativas ou inadequadas dirigidas a uma criança podem igualmente levar ao desenvolvimento de patologias. Neste sentido, os estilos parentais de interação exercem forte influência na formação da personalidade saudável ou patológica em fases precoces do desenvolvimento. Neste curso serão discutidas as articulações entre os aspectos relacionados ao temperamento e aos padrões parentais como fatores de estruturação da personalidade. Estudos que apontam os estilos de apego como moderadores desta estruturação serão apresentados. A abordagem dos esquemas será utilizada como fundamento para a compreensão dos padrões cognitivo-emocionais-comportamentais, que servem de base para o desenvolvimento de transtornos da personalidade. Finalmente, serão apontados os estilos parentais que podem favorecer/prevenir esses transtornos mentais. Exemplos clínicos serão apresentados como ilustração.

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MCN3

Terapia do Esquema para crianças e adolescentes.

Érica de Lana

Considerando que a infância tem um papel muito importante na constituição física, cognitiva e emocional dos sujeitos, e que acometimentos psiquiátricos nesta fase têm alto nível de continuidade, os transtornos na infância podem gerar prejuízos importantes para o indivíduo em longo prazo. A terapia como intervenção precoce proporciona uma melhora no quadro atual, assim como ajuda a evitar tais problemas na idade adulta. Em especial, a Terapia do esquema com crianças e adolescentes se apresenta como uma possibilidade de uma ação precoce e/ou preventiva e objetiva evitar o desenvolvimento enraizado de esquemas futuros, flexibilizando crenças desde já. Neste minicurso será apresentada uma adaptação da Terapia do Esquema para crianças e adolescentes. São referências principais: Terapia Cognitiva (modelo proposto por Aaron Beck e desdobramentos posteriores); Terapia do esquema de Jeffrey Young (adaptação teórica e prática para o atendimento infantil); Adaptação prática da Terapia de esquemas proposta pelo grupo do Dr. Christof Loose; Publicações nacionais e internacionais sobre terapia dos esquemas com crianças e adolescentes; Teoria dos esquemas emocionais de Robert Leahy; Neurobiologia do desenvolvimento e a formação de esquemas. A Terapia do esquema com crianças e adolescentes: 1) se aproveita de um paradigma relacional/sistêmico e intergeracional de compreensão da origem e manutenção dos esquemas - e por conseguinte, dos problemas de ordem emocional e comportamental; 2) contém uma orientação de pais e oferece a eles um lugar estratégico e participativo como "coaches de esquemas" da criança; 3) oferece técnicas psicoterapêuticas vivenciais com a criança, aumentando seu entendimento e autonomia sobre o próprio comportamento; e 4) visa ajudar o paciente a generalizar o trabalho no consultório para situações da vida fora das sessões de terapia. Palavras-chave:Terapia do esquema; desenvolvimento infantil; cognição.

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MCN4

Um olhar além do divórcio: intervenções pais e filhos.

Vanina Cartaxo

O divórcio, apresenta-se como um período susceptível de gerar desajustamento emocional, acarretando sofrimento para todos os membros da família. Precisamos como profissionais ferramentas adequadas para lidar com essa nova fase da família. Serão abordadas questões desde a decisão do divórcio até a regulação e reestruturação da família, intervenções práticas com o objetivo de promover competências para resoluções de problemas.

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MCN5

Formulação Clínica de Casos.

Gualberto Buela Casal

Minicurso Internacional apresentado em conjunto pelos palestrantes Gualberto Buela Casal e María de la Paz Bermúdez. Neste minicurso é apresentada uma proposta das normas que se podem seguir para a redação de um caso clínico dentro do contexto da avaliação e intervenção psicológica. São propostas doze fases que permitem uma melhor descrição e compreensão do caso: resumo, identificação do paciente, análise do motivo da consulta, história do problema, estabelecimento das metas de tratamento, análise e descrição dos comportamentos problema, estudo dos objetivos terapêuticos, seleção do tratamento mais adequado, seleção e aplicação das técnicas de avaliação e análise dos resultados obtidos nesta fase, aplicação do tratamento, avaliação da eficácia do tratamento, seguimento e observações de qualquer tipo que ajudem à descrição do caso.

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MCN6

Avaliação e Intervenção nos Comportamentos Suicidas e Autolesivos pela Terapia Comportamental Dialética (DBT) em Adolescentes.

Vinícius Guimarães Dornelles

Um dos maiores desafios da psicoterapia, ao longo da sua história, é o trabalho com pacientes que possuam tentativas crônicas de suicídio. Tal desafio torna-se ainda mais intenso quando se pensa em um público adolescente. Trabalhar com esses pacientes em geral mobiliza muito os terapeutas e todo o seu ambiente. Nesse sentido é fundamental o desenvolvimento de uma abordagem baseada em evidências tanto para a avaliação quanto para a intervenção do risco de suicídio. Assim sendo, a Terapia Comportamental Dialética (DBT), configura-se em um modelo que possui um grande arsenal de evidências científicas sobre as suas estratégias de avaliação e intervenção no risco de suicídio, em especial quando fala-se de adolescentes com intensa impulsividade e com condutas autolesivas crônicas. A DBT trabalha dentro de uma premissa dialética de que o suicídio em si é uma estratégia de solução de problemas que não é efetiva para lidar com os problemas do paciente. Dessa forma, todo o processo de avaliação envolve o mapeamento dos fatores de risco e de proteção para o comportamento suicida. Após esse processo trata-se um plano de ação específico para a construção de uma vida mais digna, assim como, para o desenvolvimento de um plano geral para a intervenção em crises suicidas agudas. Assim, a DBT possui tanto intervenções efetivas para o risco de suicídio de curto prazo quanto para o de longo prazo, configurando-se assim como a abordagem terapêutica com maior base de evidências para o tratamento de pacientes cronicamente suicidas. Além disso, cabe salientar que a DBT, com adolescentes, preconiza a participação dos pais dentro do grupo de habilidades multifamiliar. Isso garante que a aprendizagem necessária para a intervenção no risco de suicídio de curto e longo prazo sejam disseminadas em todo o grupo de apoio familiar. Favorecendo dessa forma a efetividade da intervenção.

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MCN7

Curso teórico-prático de treinamento parental numa abordagem Neuropsicológica: trabalhando O autismo e a sua funcionalidade em contextos sociais.

Nora Cavaco

Minicurso internacional: A contribuição Neuropsicológica sobre o cérebro humano no seu estado normativo e patológico proporcionou aos técnicos das mais diversas áreas nomeadamente a educação e a saúde entender os mais diversos quadros de perturbação Neuropsicológica e intervir mais conscienciosa e ajustadamente. Trabalhar o autismo na Criança e no adolescente é uma tarefa árdua de uma entrega total sobre o desenvolvimento humano típico e atípico e o profissional não pode deixar de estar atento desde a mais tenra idade aos sinais e indicadores das áreas centrais, nucleares que definem o autismo. Para que exista um trabalho completo, pleno e de sucesso o treinamento e capacitação de após e familiares tornou-se uma prioridade para que as pessoas com a perturbação do espectro autista consigam atingir uma maior funcionalidade e avançar num desenvolvimento mais harmonioso e positivo. Este curso pretende proporcionar ferramentas aos pais e profissionais sobre técnicas teórico práticas sobre como fazer com a pessoa com autismo abordando estratégias psicoeducativas, comportamentais e cognitivo comportamentais entre muitas outras específicas para cada nível em que a criança ou jovem se encontra.

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MCN8

Neuropsicologia da Emoção Infantil.

Neander Abreu

As emoções ocupam papel fundamental no desenvolvimento, aprendizagem, regulação com pares e bem-estar infantil. Neste minicurso serão abordados os fundamentos do desenvolvimento das emoções, processos de avaliação de emoções em crianças e recursos para intervenção em funções executivas e regulação emocional.

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Atividades Extras: Você é o Paciente

A atividade extra "Você é o paciente: Práticas vivenciais" tem duas horas de duração e visa integrar teoria com técnicas aplicadas a um determinado assunto. Ocorrerá na noite do dia 10 de novembro e é paga à parte. Mais informações em Informações Gerais.
Noite
18H30 as 19H30
AEN1 AEN2 AEN3 AEN4 AEN5
 

AEN1

Desenvolvendo Habilidades de Mindfulness na Prática: Estratégias para Aumentar Regulação Atencional na Clínica Infantil.

Vitor Friary

Nesta oficina os participantes vão experimentar estratégias utilizadas no programa da terapia cognitiva baseada em mindfulness para crianças (MBCT-C). O objetivo é entender o mindfulness a partir da própria experiência e aprender estratégias simples e lúdicas para aumentar auto percepção e inteligência emocional em crianças como uma forma de prevenir os riscos de episódios de depressão e ansiedade. Diante de dificuldades o que fazemos? Como podemos responder ao que surge? Nesta oficina vamos experimentar diversos recursos da MBCT-C para responder a estas questões terapêuticas tão comuns na clínica.

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AEN2

Sexualidade na Adolescência: Identificando e reestruturando Crenças Irracionais sobre Sexualidade.

Aneron de Avila Canals

A adolescência é um período de transformação importante no desenvolvimento humano. Há uma maior produção dos hormônios sexuais, que produz alterações significativas tanto físicas quanto emocionais. É também esperado, nesta fase, um aumento no interesse por informações sobre sexo. A nossa cultura necessita de regras para a boa convivência, mas infelizmente muitas vezes estas regras podem apresentar distorções, que produzem sofrimento emocional. Com alguma frequência o tema da sexualidade é deixado de lado, por estar ainda relacionado a alguns tabus e até a imoralidade. Isto faz com que nos desenvolvemos com informações insuficientes ou inadequadas sobre o sexo, produzindo crenças irracionais. Os temas mais frequentes abordados na adolescência são gravidez e infecções sexualmente transmissíveis, mas infelizmente informações mais claras sobre prática sexual e diversidade sexual não são discutidos. O objetivo desta atividade visa identificarmos nossas crenças com relação ao sexo, para avaliarmos possíveis irracionalidades que possam produzir obstáculos na nossa vida sexual e, consequentemente, interferir no processo terapêutico com adolescentes.

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AEN3

Habilidades Sociais: Promovendo Assertividade para o Desenvolvimento Saudável e Qualidade de Vida.

Neiva Tein de Souza

O comportamento assertivo é um dos elementos básicos no campo das Habilidades Sociais e de fundamental importância para a competência interpessoal, oportunizando e facilitando o estabelecimento de conexões humanas saudáveis essenciais a uma vida saudável e feliz. Na infância e adolescência, o desenvolvimento da competência social está relacionado com os conceitos de identidade, segurança, autoconfiança e autoestima que são imprescindíveis para o ajustamento pessoal e social no presente e no futuro. Esta oficina tem por objetivo proporcionar, aos participantes, uma reflexão acerca dos aspectos cognitivos e emocionais que dificultam ou impedem os posicionamentos assertivos, bem como vivenciar estratégias de mudança que podem promover relacionamentos interpessoais mais saudáveis, redução da ansiedade e melhora da qualidade de vida.

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AEN4

A Prática Clínica da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Terapia Focada na Compaixão (TFC) com Crianças e Adolescentes.

Luciana Rizo

As psicoterapias cognitivo comportamentais de 3ª geração propõem intervenções baseadas em experimentos/práticas a fim de trabalhar os processos cognitivos. Um diferencial significativo, relaciona-se com o fato de construir mudanças com o cliente a partir da forma como ele lida com os pensamentos sem, necessariamente, discutir o conteúdo dos pensamentos. Assim, o maior foco se dá na ação para mudança. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) pressupõe uma mudança no foco terapêutico: um distanciamento em relação aos sintomas ao invés de intervir na redução do sintoma. Ou seja, o cliente trabalha a sua flexibilidade psicológica e disponibilidade para lidar com os problemas através das competências desenvolvidas em terapia. A Terapia Focada na Compaixão (TFC) ajuda a perceber que o fato do cérebro desenvolver os transtornos mentais não é nossa culpa. Mas é nossa responsabilidade mudar. São observadas como experiências precoces (ameaça por outros, negligência, abuso, etc.) podem contribuir para medos contínuos, estratégias de segurança (ineficazes) e as consequências indesejadas como rejeição social ou transtornos mentais, por exemplo. A intervenção é realizada no sentido de o cliente desenvolver competências de auto tranquilização diante de ameaças e estratégias de segurança funcionais através de competências de regulação emocional. Através das Terapias de Aceitação e Compromisso e Terapia Focada na Compaixão vem sendo construídas intervenções de "ACT Compassion" que apresenta bons resultados no trabalho com crianças e adolescentes. Ao longo de nossa atividade, estudaremos práticas da ACT e TFC para crianças e adolescentes.

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AEN5

Qualidade de vida & famílias disfuncionais. Um desafio ao terapeuta.

Cris Manfro

A Atividade Extra tem como objetivo mostrar a importância da qualidade de vida no funcionamento do terapeuta e das famílias. Refletir e entender a respeito das cognições, emoções, comportamentos e hábitos na vida dos mesmos. Serão abordados os fatores de vulnerabilidades, reestruturação de cognições inadequadas, como regular as emoções, treinar a flexibilidade e melhorar a comunicação. O enfoque será nos aspectos de lidar e prevenir as disfuncionalidades e os conflitos na vida do terapeuta e das famílias, promovendo comportamentos mais assertivos na resolução de problemas, validação e maior grau de felicidade. Serão utilizados exercícios práticos, dramatizações e exemplos concretos como forma de aproximar a teoria com a vivência do terapeuta.

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